O setor da indústria de panificação mato-grossense teve benefícios fiscais aprovados pelo Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), em reunião desta quinta-feira (06.04), em Cuiabá.
Aprovou-se um ajuste na carga tributária do ICMS e uma diminuição no Fundo de Desenvolvimento Econômico (Fundes), para propiciar equilíbrio competitivo para essa indústria.
Foi autorizado o aumento do percentual de crédito outorgado para 85% nas operações internas e de 90% nas operações interestaduais, assim como, a redução do percentual do Fundes para 3% e a manutenção do Funded de 1%.
De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado de Mato Grosso (Sindipan/MT), Samuel Gariglio, o Conselho reconheceu a necessidade de revisão do benefício fiscal já que a cada ano a participação do setor perde espaço em função dos benefícios fiscais que são concedidos em outras unidades da Federação e para o comércio atacadista local.
“Esta foi uma grande conquista para o setor de panificação, porém temos muito a fazer para melhorar a economia local e incentivar as indústrias. O nosso sindicato tem se empenhado em buscar soluções para abrir espaço ao segmento e facilitar a competitividade”, disse.
Outros setores que também tiveram benefícios alterados foram os de arroz e aeronáutica. O Condeprodemat é composto pelas Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, Casa Civil, Fazenda, Procuradoria Geral do Estado, Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Federação da Agricultura e Pecuária (Famato), e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio).
O presidente da Fiemt, Silvio Rangel, destacou que Mato Grosso é um estado em desenvolvimento industrial e por isso precisa de políticas públicas como as aprovadas pelo Condeprodemat. “Agradeço a parceria com o Governo de Mato Grosso e todas as secretarias envolvidas nesse processo que analisam com muito cuidado e dedicação os pleitos para desenvolvimento das cadeias industriais. Somos um setor que contribui muito com a geração de empregos e renda, mas podemos ir muito além com políticas públicas assertivas”, afirmou.











Comentários